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conhece a equipa

A força do nosso projeto reside nas pessoas que o constroem. Reunimos um núcleo criativo e operacional com experiência diversas áreas artísticas — da música à gestão cultural, das artes visuais à produção técnica — unidos pelo compromisso comum de tornar a arte acessível, relevante e transformadora.

Somos uma equipa que  conhece os seus espaços, as suas histórias e as suas dinâmicas. Trabalhamos em rede, criando pontes entre artistas, instituições e comunidades. Acreditamos que a excelência artística e o impacto social se reforçam mutuamente, e é com este duplo propósito que desenhamos cada projeto, cada parceria, cada momento de encontro.

Abaixo, apresentamos os rostos e os percursos que dão forma e sentido ao nosso trabalho.

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Sara Silva

Sara Silva é violinista e artista multidisciplinar. Iniciou os seus estudos musicais na Academia de Paços Brandão e formou-se profissionalmente na Escola Profissional de Música de Espinho. Mestrada em performance na Musik Akademie der Stadt Basel, na Suíça, na classe do professor Rainer Schmidt e em ensino na ESMAE.

A sua carreira inclui passagens por formações nacionais e internacionais de referência, como a Malaysian Philharmonic Orchestra, a Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra Filarmónica Portuguesa, a International Mahler Orchestra e a Staatsorchester Kassel, tendo trabalhado sob a direção de maestros como Pedro Carneiro, Peter Stark, Françoix-Xavier Roth e Jonathan Nott entre outras.

O seu percurso artístico expande-se para a criação multidisciplinar com o projeto colaborativo com Play Bleu a obra “4’33” foi selecionada para integrar a programação do centenário de José Saramago. Como artista visual, apresentou a instalação “we are too close to be so far away” na Galeria Geraldes da Silva e o último projeto “Memórias de um corpo” foi selecionado para o festival "entre-curtas".

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Filipe Lopes

Filipe Lopes (Play Bleu)  é um designer gráfico, fotógrafo e artista visual que utiliza diferentes técnicas de expressão como design, fotografia, vídeo, som e escrita. O seu trabalho baseia-se numa investigação que reúne natureza, cultura tradicional e tecnologia.

Criou com coreógrafos como Maria Villasmil, Valentina Parravicini, Peter Dietz, Romulus Neagu, Paulo Henrique, Carlota Lagido, Jody Oberfelder, Carlos Zingaro, João Foldenfjord e Rui Dias.

Foi convidado pela Fundação Calouste Gulbenkian, Instituto Camões e Casa de Portugal a participar numa parceria com Paulo Henrique em Paris, tendo vencido o prémio Criatividade/Partilha no festival Fast Forward. Em 2020, foi selecionado para o Festival de Almada com o projeto “Don’t Look” e, em 2021 para o festival MIVSQ em São Paulo.

Em 2016, juntou-se ao projeto Rui(n)do com a coreógrafa Valentina Parravicini e o músico Fernando Ramalho, apresentado no espaço Kanart (Lisboa), em São Paulo e em Itália, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.

Participou com Peter Dietz numa residência artística em Castelo Branco, culminando na exposição “Green Man”. Este projeto deu origem a uma performance de dança no festival Pedras ’17. Em 2017, criou um projeto, OFFTRACK, com o artista Rui Dias, apresentado no evento Gnration Ocupa 2. Na Casa de Portugal Paris, apresentou com Bruno Azevedo uma performance de música e vídeo.

Em 2022, ganhou o prémio no festival Actum — com o projeto “4’33”.

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David Silva

David Dias da Silva é um clarinetista português-canadiano. Formou-se em Portugal (ESMAE) e aperfeiçoou-se na Academia de Basileia e na Universidade McGill (Montreal).

Vencedor de destacados concursos internacionais, como o Prix d’Europe e o Canadian Music Competition (2016), acumula ainda mais de vinte prémios.

A sua carreira orquestral inclui passagens pela Sinfonieorchester Basel e pela Malaysian Philharmonic Orchestra. Atua regularmente como freelancer com orquestras de referência como a Orchestre Symphonique de Montréal, a Toronto Symphony Orchestra e a Orquestra Gulbenkian.

Como solista, já se apresentou com orquestras no Canadá e na Suíça. É membro da Orquestra de Câmara Portuguesa desde 2009, artista da Jeunesses Musicales Canada e foi distinguido como cidadão de mérito de Viana do Castelo em 2022.

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